A leitura em
minha vida praticamente se confunde com os meus anos de vida.
Não, não comecei
a ler, logo que eu nasci, mas, segundo relatos de meus pais e parentes, desde
cedo possuo um interesse por ler.
Desde cedo
insistia, no popular “enchia o saco” dos meus pais para ler gibis da turma da
Mônica ou de me contar histórias que aguçava a minha imaginação que eles faziam com prazer. (Talvez este empenho dos pais em ler gibis, livros ou contar histórias para os filhos seja de fundamental importância para os alunos gostarem de ler.)
A partir de
então comecei a pegar o gosto pela leitura e não parei mais.
Tive uma fase em
minha vida que lia gibis o dia inteiro agora não era mais somente os da turma da Mônica, agora também lia de super-heróis
.
.
Mas nunca deixei
os livros de lado.
Na minha
adolescência, lembro de alguns livros que me marcaram, desde livros
infanto-juvenis como “Prova de fogo” de Pedro Bandeira:
“A Perseguição” de Sidney Sheldon:
e até alguns mais “difíceis” como “A Divina Comédia” de Dante Alighieri. (Aliás, me interessei em ler “A Divina Comédia” depois de ler um de meus gibis que li na adolescência)...
“A Perseguição” de Sidney Sheldon:
e até alguns mais “difíceis” como “A Divina Comédia” de Dante Alighieri. (Aliás, me interessei em ler “A Divina Comédia” depois de ler um de meus gibis que li na adolescência)...
Depois disso
vieram outros inúmeros livros, desde livros que a própria escola/faculdade
recomendava/obrigava a ler, até livros que eu lia por interesse.





Nenhum comentário:
Postar um comentário